Para acreditar que eu poderia escrever levei anos.
Cinco anos jogando, mais cinco estudando latim, seis carregando tijolo, dois
namorando a vizinha, dez levando pancada, três morando sozinho, um mudando de
cidade, vinte e oito trocando de assunto.
E digo: se o mundo representa formas impostas por
nossos cérebros, necessariamente, não há objeto sem sujeito. Então, se vivemos
o mundo unicamente substantivo, negamos nossa realidade, imaginação, dedução e
faculdade mental nesse momento.
Desconexo? Que nada!
A definição de substantivo aqui é:
“Tudo o que existe é ser e cada ser tem um nome. Substantivo são palavras variáveis, as quais denominam os seres”.
A definição de substantivo aqui é:
“Tudo o que existe é ser e cada ser tem um nome. Substantivo são palavras variáveis, as quais denominam os seres”.
Um mentiroso só é um mentiroso quando está
mentindo.
Tudo bem! O mundo não é necessariamente uma ilusão e, sim, objetos
físicos existem, mas reconsidere constantemente o status de realidade.
É realmente visível que existem objetos físicos. Eles apenas não são, na realidade, independentes como ingenuamente acreditamos.
Quando vivemos de forma substantiva, basicamente, nossa única pergunta será: quais são os objetos que eu realmente gosto? (o que você vê é o que você tem).
O que estou dizendo é que a experiência é condicionada pela forma que somos, em particular pela forma que nosso cérebro funciona, mas não é impossível escapar deste ponto de vista para encontrar a verdade como representação da percepção por nosso próprio entendimento.
(Entenda verdade, aqui, apenas como forma de divulgar ou desvelar as coisas do seu mundo).
Não quero te empurrar um enlatado filosófico. Saiba que o buraco é muito mais em baixo.
Por quê? Veja bem, a razão não é o centro do ser humano.
Nós apenas a confinamos em uma redoma que é secundaria à nossa experiência de vida.
Trabalhamos nossa vida da seguinte forma:
É realmente visível que existem objetos físicos. Eles apenas não são, na realidade, independentes como ingenuamente acreditamos.
Quando vivemos de forma substantiva, basicamente, nossa única pergunta será: quais são os objetos que eu realmente gosto? (o que você vê é o que você tem).
O que estou dizendo é que a experiência é condicionada pela forma que somos, em particular pela forma que nosso cérebro funciona, mas não é impossível escapar deste ponto de vista para encontrar a verdade como representação da percepção por nosso próprio entendimento.
(Entenda verdade, aqui, apenas como forma de divulgar ou desvelar as coisas do seu mundo).
Não quero te empurrar um enlatado filosófico. Saiba que o buraco é muito mais em baixo.
Por quê? Veja bem, a razão não é o centro do ser humano.
Nós apenas a confinamos em uma redoma que é secundaria à nossa experiência de vida.
Trabalhamos nossa vida da seguinte forma:
Eu quero ter um cachorro! Não! Um filho! Quero escrever um texto! Não!
Quero ganhar dinheiro!
Ou seja: não partimos do ponto que X é Y, mas do ponto que X não é Z e sim Y.
No fim, elaboramos e adequamos a ideia com razão e tentamos testar aplicando experiência. (Compre isso! Não! Compre aquilo!)
Ok! Você já entendeu que experiência e fatores externos mudam sua razão e sua vontade.
Ou seja: não partimos do ponto que X é Y, mas do ponto que X não é Z e sim Y.
No fim, elaboramos e adequamos a ideia com razão e tentamos testar aplicando experiência. (Compre isso! Não! Compre aquilo!)
Ok! Você já entendeu que experiência e fatores externos mudam sua razão e sua vontade.
"It's not a real burger, Misha, if I can't have extra ketchup. It's just a fucking... it's a fucking facade. This whole country is just like one Hollywood back lot, fucking, facade. And it's a really shitty made one, at that."

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