quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Brasil: Democracia para quem?

Na democracia existem características, que, inevitavelmente, fazem dela um sistema de mentiras. Na verdade esse sistema PRECISA mentir.
Essa "Democracia" é a atual ideologia oficial, tenta passar aspectos de conduta ilibada, mas o verdadeiro autogoverno não pode ser a realidade no dia a dia. 

Ela sobrevive com trapaças.

Nosso mundo político é corrupto. Depende de mentiras, porque não pode entregar a democracia que promete, ou seja, o que ele diz que é.
Nessa democracia, temos uma regra geral; A minoria controla os meios de produção.

Quando digo; Que uma minoria controla a possibilidade de produção, podemos associar facilmente essa minoria a uma classe dominante, e preciso perguntar, ao menos uma vez:

Quem realmente pertence a essa classe?

A resposta? É claro que eu não sei.


A pergunta me faz pensar primeiro em: 

Como somos vítimas e como o futuro esta destinado a ser uma vítima também - não ter dinheiro e oportunidades define sua classe.

Que me faz chegar aqui;

É óbvio que a ideia de que a miséria do perdedor é causada pelo triunfo do vencedor causa um impacto que leva o pensamento a ruptura que é peculiar 
- não apenas intelectualmente, também causa uma tenacidade moral. 

As pessoas acreditam que, se você negar esses direitos está a tolerar a situação daqueles que perderam.

Isso faz você parte da máquina de opressão.

Se você está aberto e honesto a dizer que a igualdade humana não é viável e não é desejável, você será alvo de abuso.
Somos treinados para pensar de forma imposta e com o principio de moral errada. Mas se você limpar sua mente da necessidade emocional para pensar o contrário. Sua necessidade se sobrepõe a simpatia humana e com a situação daqueles que perdem.

Eu acredito que deve ter simpatia. Mas não se deve levá-la ao ponto de destruir a possibilidade de elites emergentes. 
Porque é apenas pelo surgimento de elites que a situação de todos pode ser melhorada.

A elite tem que surgir no caminho certo e não impor-se sobre os outros, pelo processo inocente uma vez chamado "a mão invisível".






sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Calma pequeno Gafanhoto.

Queria escrever um texto no formato padrão. Mas to perdido aqui no meio de um trabalho, no meu desejo de socializar e principalmente na procrastinação continua que é minha vida.

Aqui na lua estão acontecendo três assuntosTodos muitos chatos
Além disso acabei de entrar em Roger Scruton(que não para de me bater.)
Não sei onde irei. 

Então hoje só vou dividir três tópicos aqui rapidinho.

1º- Tem um tema circulando nas redes sociais que eu vejo cada comentário que pela mãe do guarda. 
    Sim! É um absurdo um grupo emergente refletir nossa sociedade consumista. O nosso reflexo na sociedade realmente deve causar revoltas.   

    2º- Essa Auto Valorização do individuo pela leitura. Não digo nada porque Dona Maria já dizia: “Você não faz mais do que sua obrigação.” Então pare de se sentir tão especial por isso.

3º- Esse é o mais difícil. Tem um tempo que eu tento defender Marx aqui na minha cabecinha juvenil (Sim. É sério). É difícil porque essa militância xiita, de ambos os lados, é irremediavelmente chata.

Como o tempo é curto só vou deixar um diálogo desse último:

Só quando habitamos a terra podemos construir.

E só quando construímos realmente vivemos uns com os outros.

É esse o segredo. 
É uma tentativa de reafirmar a nossa ligação com um determinado lugar, num período determinado, numa determinada teia social.

 - Essa não é uma abordagem Marxista?
 - Não acha perigoso?


Talvez haja algo verdadeiro no que Marx diz; O que ele diz vem de Hegel.

Vocês tem sempre medo de coisas. É esse o problema. Todas ideias são perigosas. Mas numa mente civilizada não são, são instrumento de paz.


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

A resposta não esta aqui.

Para acreditar que eu poderia escrever levei anos. Cinco anos jogando, mais cinco estudando latim, seis carregando tijolo, dois namorando a vizinha, dez levando pancada, três morando sozinho, um mudando de cidade, vinte e oito trocando de assunto.


E digo: se o mundo representa formas impostas por nossos cérebros, necessariamente, não há objeto sem sujeito. Então, se vivemos o mundo unicamente substantivo, negamos nossa realidade, imaginação, dedução e faculdade mental nesse momento.










Desconexo? Que nada!

A definição de substantivo aqui é:

 “Tudo o que existe é ser e cada ser tem um nome. Substantivo são palavras variáveis, as quais denominam os seres”.


Um mentiroso só é um mentiroso quando está mentindo.




Tudo bem! O mundo não é necessariamente uma ilusão e, sim, objetos físicos existem, mas reconsidere constantemente o status de realidade. 
É realmente visível que existem objetos físicos. Eles apenas não são, na realidade, independentes como ingenuamente acreditamos.

Quando vivemos de forma substantiva, basicamente, nossa única pergunta será: quais são os objetos que eu realmente gosto? (o que você vê é o que você tem).

O que estou dizendo é que a experiência é condicionada pela forma que somos, em particular pela forma que nosso cérebro funciona, mas não é impossível escapar deste ponto de vista para encontrar a verdade como representação da percepção por nosso próprio entendimento. 
(Entenda verdade, aqui, apenas como forma de divulgar ou desvelar as coisas do seu mundo).

Não quero te empurrar um enlatado filosófico. Saiba que o buraco é muito mais em baixo.

Por quê? Veja bem, a razão não é o centro do ser humano. 
Nós apenas a confinamos em uma redoma que é secundaria à nossa experiência de vida. 

Trabalhamos nossa vida da seguinte forma:

Eu quero ter um cachorro! Não! Um filho! Quero escrever um texto! Não! Quero ganhar dinheiro! 

Ou seja: não partimos do ponto que X é Y, mas do ponto que X não é Z e sim Y. 


No fim, elaboramos e adequamos a ideia com razão e tentamos testar aplicando experiência. (Compre isso! Não! Compre aquilo!) 

Ok! Você já entendeu que experiência e fatores externos mudam sua razão e sua vontade.










"It's not a real burger, Misha, if I can't have extra ketchup. It's just a fucking... it's a fucking facade. This whole country is just like one Hollywood back lot, fucking, facade. And it's a really shitty made one, at that."

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Qual é a pergunta?



Desobrigar, desprender, dar uma pausa, ganhar fôlego as vezes é impossível.
A cada minuto acontece um não-evento, ou uma não-notícia e pronto é o gatilho para todo mundo exercer a nova moda de civismo do Brasileiro, emitir sua opinião.
Aprecio, considero e respeito essa característica inata, mas opinião de mais abafa o pensamento. Se enche o saco as minhas opiniões o que dirá a dos outros.

Em agosto de 1965, Bob Dylan já dizia;

“Você levanta a cabeça. 
E pergunta, " Estará isto onde está?" 
E alguém aponta para você e diz, "É dele?" 
E você diz, "O que é meu?" 
E outra pessoa diz, "Onde, o que é?" 
E você diz, "Oh meu Deus" 
Estarei eu aqui sozinho? 
Mas algo está acontecendo aqui. 
E você não sabe do que se trata 
Sabe, Mr. Jones?”




Essa reflexão no mundo politicamente correto deve soar como “egocentrismo” e “desdém pelos outros”, que pode nos leva a uma ética invertida e da uma sensação de não poder mais justificar o alcance do fim.

O desdém absoluto parece ser motivado pelo mal, é uma moral distorcida, egoísta, mas que comprova uma “vontade interior e involuntária”, responsável pela sobrevivência da espécie. O desejo de viver é, pois, uma perfeita justificativa do egoísmo.

Na Grécia antiga ao mundo contemporâneo o trabalho é visto como necessidade e ligado a sobrevivência. Só no Iluminismo que o trabalho técnico passou a ser exaltado como fonte de riqueza e valores sociais. Nossa historia aqui deixa evidente a dificuldade de mudar a nossa sobrevivência (Trabalho), e a mudança só é feita em tempo integral.

E foi nessa mudança que minha vida ganhou um tópico: EU QUEBREI A CARA!

Agora você me pergunta;

“-O que diabos isso me importa?”
A verdade é que talvez nada, mas eu só vim aqui para te dizer algo: 

Não espere um milagre;



Não, definitivamente não existe um suporte técnico. Prometo!

Mas a verdade é que realmente quando a gente quebra a cara é que aprendemos nossas lições de vida e a minha foi: Eu não vou estar pronto. Quando eu decidi entender que toda preparação que eu fiz na vida; colégio, faculdade, trabalho não havia sido uma escolha e que não era isso que eu era e sim o que eu fazia. Eu aceitei que estou aqui para me moldar constantemente e realmente viver a minha vida. 
Foi com a influência do conceito da vontade de Schopenhauer, que cheguei aqui, se a vontade e a vida é a mesma coisa, a vontade não pode ser motivo casual,e dada a necessidade de sobrevivência, ela não pode ser um conceito absoluto. Mas são objetos inseparáveis. Se a definição de vontade e verdade só pode vir de dentro precisamos lembrar constantemente que a vida é nossa.



“A ação é uma grande restauradora e construtora da confiança. A inatividade é não só o resultado, mas a causa do medo. Talvez a ação que você tome tenha êxito; talvez uma ação diferente ou ajustes terão de ser feitos. Mas qualquer ação é melhor que nenhuma.”