Foi em 2007, que a FIFA ratificou o Brasil como país sede da Copa do Mundo de 2014. O mundo estava em crise, desde de 2005; (quando tivemos o aumento da taxa de juros para reduzir a inflação), que desvalorizou os imoveis, desencadeando o balanço do sistema bancário internacional. Que tem o ponto mais alto de crise na Europa em 2008/2009.
O Brasil sai forte da crise, a Copa aqui não era uma absurdo.
Mas o Pais sofre pós-crise.
São nas crises que aparecem as sequelas de Estado ESTACIONADO, dominado por ajustes, reformas e conchavos de poder, com a ambição política única de; Permanecer mandando.
No tempo em que, a criminalidade assombra e a educação ainda discute o fim do analfabetismo. Nossas soluções são típicas, (de um País que é tão burocrata); Lidamos com crises estruturais mudando o nome do PROBLEMA nos três poderes.
No final a copa será boa, nem que seja na base de ato institucional, (ou melhor Medida provisória).
No
seculo XIX, habitou na terra o humano que criou o termo
Super-homem e que também desconstruiu algumas coisas e tal.
“Se
o papo for reto”, dizia ele, “o maluco vai preferir o crack”.
Viver é maneiro, mas é também uma grande responsabilidade. Acho que
a vida só é realmente avaliada com base no que se transmite. Não basta só procurar ser sincero ou verdadeiro, também é
necessário ensinar. Ou seja, para todo homem, sincero ou não, o
mais importante não é o que ele recebe. Portanto, a maior responsabilidade de um homem é transmitir o seu
saber à geração seguinte.
Tem um amigo de um amigo aqui no trabalho que está ensinando o filho dele de 5
anos o que é a vida.
Ele
faz o seguinte; Antes do jantar ele vai pra sala e com a ajuda do
filho afasta a mesa de centro, deixando uma área livre.
Aí
o amigo do meu amigo abre os braços como quem chama para um abraço
e o filho que está aprendendo, avança correndo e sorridente ao abraço pai. E quando o filho está bem próximo dos braços abertos o pai
se afasta para o lado e dá uma banda no próprio filho.
O
moleque cai de cara no tapete e levanta querendo chorar, mas o pai não deixa, ele abre os braços de novo e seu filhote
corre pro abraço. Para mais uma vez levar outra
rasteira. O moleque cai dá uns tapinhas pra tirar a poeira
e sem chorar, e começa tudo outra vez, o que se repete
por umas algumas vezes. E após cada queda o moleque parte em direção
aos braços do pai com mais vontade, com mais força, gritando cada
vez mais alto.
Esse
amigo do meu amigo tenta ser um pai exemplar (Literalmente). Que sabe
ensinar como os grandes mestres. Ele percebeu que não dá pra
ensinar nada para ninguém da vida na teoria sem prepará-lo para as bandas e
rasteiras que a própria vida às vezes (de vez em sempre) nos
aplica na mais pura pregolagem. E o mais importante, mostra pro
filho que essas bandas não impedem que gritemos cada vez mais alto.
Já deu pra perceber que a vida é o pai. Que tenta até ser gente boa, é forte e tudo mais.
Mas a vida é também o cara que dá banda na gente e pega a mamãe. E o
quanto antes tomarmos conhecimento desse fato, melhor pra nós.
Na democracia existem características, que, inevitavelmente,
fazem dela um sistema de mentiras. Na verdade esse sistema PRECISA mentir.
Essa "Democracia" é a atual ideologia oficial,
tenta passar aspectos de conduta ilibada, mas o verdadeiro autogoverno não pode
ser a realidade no dia a dia.
Ela sobrevive com trapaças.
Nosso mundo político é corrupto. Depende de mentiras, porque
não pode entregar a democracia que promete, ou seja, o que ele diz que é.
Nessa democracia, temos uma regra geral; A minoria controla os
meios de produção.
Quando digo; Que uma minoria controla a possibilidade de produção,
podemos associar facilmente essa minoria a uma classe dominante, e preciso perguntar,
ao menos uma vez:
Quem realmente pertence a essa classe?
A resposta? É claro que eu não sei.
A pergunta me faz pensar primeiro em:
Como somos vítimas e como o
futuro esta destinado a ser uma vítima também - não ter dinheiro e oportunidades define sua classe.
Que me faz chegar aqui;
É óbvio que a ideia de que
a miséria do perdedor é causada pelo triunfo do vencedor causa um impacto
que leva o pensamento a ruptura que é peculiar - não apenas intelectualmente,
também causa uma tenacidade moral.
As pessoas acreditam que, se você negar
esses direitos está a tolerar a situação daqueles que perderam.
Isso faz você parte da máquina de opressão.
Se você está aberto e honesto a dizer que a igualdade humana
não é viável e não é desejável, você será alvo de abuso.
Somos treinados para pensar de forma imposta e com o
principio de moral errada. Mas se você limpar sua mente da necessidade emocional para
pensar o contrário. Sua necessidade se sobrepõe a simpatia humana e com a
situação daqueles que perdem.
Eu acredito que deve ter simpatia. Mas não se deve levá-la
ao ponto de destruir a possibilidade de elites emergentes.
Porque é apenas pelo
surgimento de elites que a situação de todos pode ser melhorada.
A elite tem que surgir no caminho certo e não impor-se
sobre os outros, pelo processo inocente uma vez chamado "a mão
invisível".
Queria escrever um texto no formato padrão. Mas to
perdido aqui no meio de um trabalho, no meu desejo de socializar e
principalmente na procrastinação continua que é minha vida.
Aqui na lua estão acontecendo três assuntos. Todos muitos chatos.
Além disso acabei de entrar em Roger Scruton(que não para de me bater.)
Não sei onde irei.
Então hoje só vou dividir três tópicos aqui rapidinho.
1º- Tem um tema circulando nas redes sociais que eu vejo cada comentário que pela mãe do guarda.
Sim! É um absurdo
um grupo emergente refletir nossa sociedade consumista. O nosso reflexo na sociedade realmente deve causar revoltas.
2º-Essa Auto Valorização do individuo pela leitura. Não digo nada porque Dona Maria já dizia: “Você não faz
mais do que sua obrigação.” Então pare de se sentir tão especial por isso.
3º-Esse é o mais difícil. Tem um tempo que eu tento defender
Marx aqui na minha cabecinha juvenil (Sim. É sério). É difícil porque
essa militância xiita, de ambos os lados, é irremediavelmente chata. Como o tempo é
curto só vou deixar um diálogo desse último:
Só quando habitamos a terra podemos
construir.
E só quando construímos realmente vivemos
uns com os outros.
É esse o segredo. É uma tentativa de reafirmar a nossa
ligação com um determinado lugar, num período determinado, numa determinada
teia social.
- Essa não é uma abordagem Marxista?
- Não acha perigoso?
Talvez haja algo verdadeiro no que Marx
diz; O que ele diz vem de Hegel.
Vocês tem sempre medo de coisas. É esse o
problema. Todas ideias são perigosas. Mas numa mente
civilizada não são, são instrumento de paz.
Para acreditar que eu poderia escrever levei anos.
Cinco anos jogando, mais cinco estudando latim, seis carregando tijolo, dois
namorando a vizinha, dez levando pancada, três morando sozinho, um mudando de
cidade, vinte e oito trocando de assunto.
E digo: se o mundo representa formas impostas por
nossos cérebros, necessariamente, não há objeto sem sujeito. Então, se vivemos
o mundo unicamente substantivo, negamos nossa realidade, imaginação, dedução e
faculdade mental nesse momento.
Desconexo? Que nada!
A definição de substantivo aqui é:
“Tudo o que existe é ser e cada ser tem um nome. Substantivo são palavras
variáveis, as quais denominam os seres”.
Um mentiroso só é um mentiroso quando está
mentindo.
Tudo bem! O mundo não é necessariamente uma ilusão e, sim, objetos
físicos existem, mas reconsidere constantemente o status de realidade. É
realmente visível que existem objetos físicos. Eles apenas não são, na realidade,
independentes como ingenuamente acreditamos.
Quando
vivemos de forma substantiva, basicamente, nossa única pergunta será: quais são
os objetos que eu realmente gosto? (o que você vê é o que você tem). O que estou dizendo é que a experiência é
condicionada pela forma que somos, em particular pela forma que nosso cérebro
funciona, mas não é impossível escapar deste ponto de vista para encontrar a
verdade como representação da percepção por nosso próprio entendimento. (Entenda verdade, aqui, apenas como forma de
divulgar ou desvelar as coisas do seu mundo).
Não quero te empurrar um enlatado filosófico.
Saiba que o buraco é muito mais em baixo.
Por quê? Veja bem, a razão não é o centro do ser
humano. Nós apenas a confinamos em uma redoma que é
secundaria à nossa experiência de vida.
Trabalhamos nossa vida da seguinte forma:
Eu quero ter um cachorro! Não! Um filho! Quero escrever um texto! Não!
Quero ganhar dinheiro! Ou
seja: não partimos do ponto que X é Y, mas do ponto que X não é Z e sim
Y.
No fim, elaboramos e adequamos a ideia com razão e
tentamos testar aplicando experiência. (Compre isso! Não! Compre aquilo!) Ok! Você
já entendeu que experiência e fatores externos mudam sua razão e sua vontade.
"It's not a real burger, Misha, if I can't have extra ketchup. It's just a fucking... it's a fucking facade. This whole country is just like one Hollywood back lot, fucking, facade. And it's a really shitty made one, at that."
Desobrigar,
desprender, dar uma pausa, ganhar fôlego as vezes é impossível.
A
cada minuto acontece um não-evento, ou uma não-notícia e pronto é o gatilho
para todo mundo exercer a nova moda de civismo do Brasileiro, emitir sua
opinião.
Aprecio,
considero e respeito essa característicainata, mas opinião de
mais abafa o pensamento. Se enche o saco as minhas opiniões o que dirá a dos
outros.
Em
agosto de 1965, Bob Dylan já dizia;
“Você
levanta a cabeça. E pergunta, " Estará isto onde está?" E alguém
aponta para você e diz, "É dele?" E você diz, "O que é
meu?" E outra pessoa diz, "Onde, o que é?" E você diz, "Oh
meu Deus" Estarei eu aqui sozinho? Mas algo está acontecendo aqui. E você
não sabe do que se trata Sabe, Mr. Jones?”
Essa
reflexão no mundo politicamente correto deve soar como “egocentrismo” e “desdém
pelos outros”, que pode nos leva a uma ética invertida e da uma sensação de não
poder mais justificar o alcance do fim.
O
desdém absoluto parece ser motivado pelo mal, é uma moral distorcida, egoísta, mas
que comprova uma “vontade interior e involuntária”, responsável pela
sobrevivência da espécie. O desejo de viver é, pois, uma perfeita justificativa
do egoísmo.
Na
Grécia antiga ao mundo contemporâneo o trabalho é visto como necessidade e
ligado a sobrevivência. Só no
Iluminismo que o trabalho técnico passou a ser exaltado como fonte de riqueza e
valores sociais. Nossa historia aqui deixa evidente a dificuldade de mudar a
nossa sobrevivência (Trabalho), e a
mudança só é feita em tempo integral.
E
foi nessa mudança que minha vida ganhou um tópico: EU QUEBREI A CARA!
Agora
você me pergunta;
“-O
que diabos isso me importa?”
A verdade é que talvez nada, mas eu só
vim aqui para te dizer algo: Não espere um milagre;
Não,
definitivamente não existe um suporte técnico. Prometo!
Mas
a verdade é que realmente quando a gente quebra a cara é que aprendemos nossas lições de vida e a minha foi:
Eu não vou estar pronto. Quando eu decidi entender que toda preparação que eu
fiz na vida; colégio, faculdade, trabalho não havia sido uma escolha e que não era
isso que eu era e sim o que eu fazia. Eu aceitei que estou aqui para me moldar constantemente e realmente viver a minha vida. Foi com a influência do conceito da vontade de Schopenhauer, que cheguei aqui, se a vontade e a vida é a mesma coisa, a vontade não pode ser motivo casual,e dada a necessidade de sobrevivência, ela não pode ser um conceito absoluto. Mas são objetos inseparáveis. Se a definição de vontade e verdade só pode vir de dentro precisamos lembrar constantemente que a vida é nossa.
“A ação é uma grande
restauradora e construtora da confiança. A inatividade é não só o resultado,
mas a causa do medo. Talvez a ação que você tome tenha êxito; talvez uma ação
diferente ou ajustes terão de ser feitos. Mas qualquer ação é melhor que
nenhuma.”